Nem sempre para uma continuação, ser “maior”, quer dizer que vai ser melhor.
Temos sim algumas cenas bem memoráveis aqui (principalmente a do balé macabro, que gosto bastante de como é filmada), mas tem algo aqui que me deixa bem dividido.
Uma premissa comum em alguns arcos de filmes de terror é o” era um sonho/alucinação”, e acho ok se for bem utilizado, apenas uma ferramenta, muitas vezes utilizada em uma história para poder o filme “ir além”.
O problema está quando essa ferramenta se torna repetitiva de mais, é aqui é basicamente a premissa do filme inteiro. E onde fico dividido é justamente por que o fato de ser sempre um sonho/alucinação, faz parte do processo do monstro de enlouquecer seu hospedeiro.
Mas mesmo assim, com essa revelação final, tira todo o peso durante o filme.
Chegou em um momento que eu simplesmente desliguei por completo, por que já estava “ah tudo é sonho, então não vai ter relevância…”
E passei uma parte considerável do filme assim, sem sentir o peso de suas cenas. Mesmo que ache o final interessante, esse método tirou muito da relevância do resto da história.
Como melhor ponto do filme destaco o trabalho de Naomi Scott, que passa muito bem o peso de alguém que está constantemente sendo perseguida pelos fantasmas do passado quanto alguém que está perdendo a sanidade.
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