# Filme 14 da maratona do Carpenter
Um filme que olhando para a história, nunca imaginaria o Carpenter dirigindo, pois não parece o tipo de filme que combina com ele. E que bom que eu estava errado. Um filme do Spielberg mas que ainda bem que não foi feito pelo Spielberg.
Um filme sobre amor, luto e superação, e tudo acompanhado por duas atuações magistrais.
Jeff Bridges em uma atuação “esquisita”, mas que funciona e muito no filme, e Karen Allen que foi pra mim uma grande surpresa, como ela está ótima aqui, consegue passar tanta coisa só com o olhar…
Perder alguém que ama repentinamente é provavelmente uma das maiores dores que podemos passar. Sempre vamos ficar com a sensação de que não nos despedimos, que tínhamos mais para falar. Aqui, temos quase que uma “segunda chance” e que é mostrada de uma forma tão doce, que me surpreendi sendo o Carpenter a frente do projeto, aquele famoso pelo terror, no fim, se mostrou muito mais sensível que muito diretor de drama.
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