É um filme até acima do que a Disney/Pixar vem entregando nos últimos anos, mas ainda assim fica bem abaixo do seu antecessor.
A adição das novas emoções é muito bem vinda, temos todas muito bem trabalhadas, tanto em design e em funcionamento na história. E o fato de o que muda tudo é a puberdade, com ela chegando, bagunçando tudo na mente e indo embora antes de terminar de arrumar tudo é genial.
Gostei bastante da ansiedade e da vergonha, e a nostalgia me arrancou uns bons sorrisos. Mas no geral, quando vamos para a história é que o filme perde força. Temos Riley passando por mudanças, que geram problemas na sala de controle das emoções, com algumas emoções se perdendo no meio de sua mente e fazendo uma jornada atravessando diversas partes importantes de sua mente para conseguir voltar e consertar tudo.
Um resumo do primeiro filme, mas que também se aplica para o segundo, o que acaba deixando o filme sendo apenas uma continuação daquelas que fazem apenas no sentido de “vamos apostar no que já é certo”, sendo que o primeiro é um dos melhores da Pìxar, justamente por sua inventividade.
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